
Não, ele não vai voltar. Não, ele não vai te mandar sms no meio da madrugada dizendo que não consegue dormir por que não para de pensar em você. Não, ele não vai te ligar no meio do dia, ou até mesmo da noite pra saber como você está. Não, ele não vai voltar atrás pra te pedir desculpas por causa da briga que vocês tiveram mais cedo. Não, ele não vai ser romântico contigo, não vai te tratar bem e também não vai te dar toda atenção do mundo. Não, ele não vai te considerar como a primeira opção da vida dele. Não, ele não vai trocar uma noite de balada, bebidas e mulheres bonitas para ficar falando com você. E não, ele não vai te fazer feliz. Ele mudou. Talvez tenha crescido, ou talvez conseguiu ficar mais idiota do que já é. Em todos os casos, eu considero a segunda opção. Ele se tornou idiota, e com isso te fez ser idiota, te fez acreditar que aquele amor de cinema seria eterno e fez o suficiente pra você eternizar ele em sua memória, pra você desejar ele cada vez mais, mesmo ele sendo idiota, mesmo ele sendo burro, mesmo ele sendo murrinha. E apesar de tudo, apesar de tudo que vem lhe acontecendo e acontecendo entre você e ele, você ainda morre de amores por ele né?! Você ainda o considera mais do que tudo na vida né?! É, é assim mesmo que está sendo. Ele te faz derramar um rio inteiro d’água, mas nem mesmo isso é capaz de diminuir aquele sentimento tão quanto intenso que você criou por ele. Nem isso, nem nada. É como se fosse um daqueles amores inabaláveis, mas nessa história, só quem ama é a mocinha, só quem sente é a mocinha. O cafajeste aparentou ser príncipe no começo. Mas agora é só mais um bêbado entre as suas entrelinhas, não é? Dói, corrói e te faz ser fria com tudo e com todos. Mas do que adianta ficar lembrando? As vezes temos que aprender a conviver com certas situações em nossa vida, por mais que ela nos machuque (…) E o que era pra ser eterno, hoje já não passa de memórias e lembranças.— Kassyane Amorim, (tears4ever)
![]() “Não há castigo infinito. Não há dor infinita. Um dia a gente termina para começar, começa para terminar, refaz o percurso como se nada tivesse acontecido antes.”
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